Ela era do tipo "e se...", por isso nunca viveu de verdade.
Anne Wilson Schaef
Nós, viciadas, somos pessoas do tipo "se...". Usamos "se" na tentativa de controlar o nosso passado, o nosso presente e o nosso futuro.
Se fôssemos mais assertivas, teríamos conseguido aquela promoção. Se fôssemos mais inteligentes, teríamos feito melhor aquele serviço.
Também aplicamos a muleta "se" ao nosso presente. Agimos como se soubessemos o que estamos fazendo. Agimos como se estivéssemos calmas e relaxadas. Afinal, desenvolvemos algumas habilidades!
Mas esse "se" é o que realmente nos mantém paralisadas e alimenta a ilusão de que temos o controle da situação. Tentamos imaginar todo e qualquer imprevisto e preparamo-nos para ele antes mesmo de acontecer. Se eu conseguir me prevenir por todos os lados, nunca serei apanhada desprevenida. Esse comportamento faz com que eu nunca esteja presente na minha vida.
Quando me livrar desse "se", poderei então começar a viver.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
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